Festival de Besteiras Ateístas

Uma crítica à desonestidade de certas pessoas.

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Vergonha alheia: leitores e moderadores da ATEA têm zero de senso critico ao compartilhar notícias que eles não lêem

Se formos analisar bem, existe uma certa ambiguidade na manchete do jornal eletrônico, mas não é uma ambiguidade difícil de resolver. Uma pessoa com um mínimo de senso crítico, mesmo ao ficar confundida de início, provavelmente pensaria o seguinte: “Eu sei que esse é um mundo louco, mas que tipo de pessoa se casaria com Jesus Cristo? Sabe, acho que é uma boa ideia ler a notícia pra saber do que realemnte se trata, não é mesmo?” Bem… não é assim que os neo-ateus pensam. Na cabeça deles, a mulher deve ter realmente se casado com Jesus Cristo, com direito a união civil e tudo o mais, assim como naquelas notícias bizarras onde uma mulher se casa com ela mesma ou um homem se casa com um animal, ou ainda com um PlayStation.

Mas o que o ocorre é que o casamento com Jesus Cristo não é o tipo de casamento que a ATEA achou que fosse. O dito casamento é na verdade uma “cerimônia festiva na Catedral da Imaculada Conceição, em Indiana, Estados Unidos“, onde a mulher se tornou mais uma entre “230 virgens consagradas” em seu país, fazendo parte de mais de “3 mil mulheres católicas que, no mundo todo, optaram por permanecer celibatárias até o fim da vida.”

Se os ateus acham ridícula a ideia de consagração, aí já é outra conversa. O que importa aqui é que parece que nenhum deles realmente entendeu a notícia, tirando sarro dela como se noticiasse alguma espécie maluca de casamento — e até alguns religiosos entraram na salada.Observem um pequeno exemplo:

Esta é a nossa lição de hoje, amiguinhos: se forem tirar sarro de uma notícia, tirem sarro da interpretação correta dela, senão vocês passam vergonha…

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Alguém está precisando de algumas aulas de história…

Essa besteira pode ser vista aqui: Diário Ateísta

Sem comentários..

Essa besteira merece até a apresentação do nome de seu exímio criador, que quase com certeza é formado em história das religiões, a pessoa que nos permitiu ter acesso a esta grande contribuição para o festival de besteiras, o senhor Luís Rodrigues.

Eu não preciso nem refutar linha por linha tudo o que foi afirmado nesta tabela, basta perguntar quais foram as fontes históricas (válidas, é claro) usadas para criar essa grande obra de arte, e esperar que o autor se enrole na própria língua.